Prof. Andréa Ernest Dias - Flauta Transversa
Desde o início dos anos 80, Andréa Ernest Dias é presença constante nos palcos e na discografia da MPB, da música sinfônica e de câmara.
Bacharel em flauta pela Universidade de Brasília e Mestre pela UFRJ, apresentou a dissertação A Expressão da Flauta Popular Brasileira - Uma Escola de Interpretação.
Teve como professores os flautistas Odette Ernest Dias, Pierrre-Yves Artaud, Celso Woltzenlogel e Aurèle Nicolet.
Flautista da Orquestra Sinfônica Nacional -UFF, integra ainda os grupos Pife Muderno, Quinteto Pixinguinha, Ouro Negro e Banda de Câmara Anacleto de Medeiros.
Participou da Camerata Gama Filho, Orquestra de Música Brasileira e Orquestra Pixinguinha.
Atuou como solista com a Orquestra Sinfônica Brasileira, Orquestra Sinfônica Nacional, Orquestra Sinfônica de Recife, e em formações diversas nas séries de música de câmara do CCBB, Bienais de Música Contemporânea Brasileira , no Rock'n Rio 2000 e no Free Jazz em 88, 91, 97 e 2001.
Apresentou-se também em Portugal, França, Venezuela, Estados Unidos, Japão e Marrocos.
Em 95, tocou no Concerto Comemorativo da Independência na sede da Missão Brasileira na ONU, interpretando Villa-Lobos e Lorenzo Fernandez.
Estreou, com a Orquestra Opus-Rio, o Divertimento para flauta em sol e cordas, de Radamés Gnattali.
Em maio de 2002, apresentou-se no 4º Encontro Latino-Americano de Compositores e Intérpretes, em Belo Horizonte.
Com o Quinteto Pixinguinha, foi solista do Projeto Aquarius em 2002, para um público de 30 mil pessoas.
Participou, entre outros, de importantes títulos da discografia brasileira, como os CDs Ouro Negro - Moacir Santos (vencedor do Prêmio Caras da Música Brasileira, categoria Instrumental, 2002 - MP'B/Universal); Reencontro - Luiz Eça (Biscoito Fino) ; Carlos Malta e Pife Muderno (finalista do 1º Grammy Latino/2000 - Rob Digital); Os Princípios do Choro (Acari) ;Mulheres no Choro (Acari); Joaquim Calado, o pai dos chorões (Acari); Trilhas Brasileiras - Alberto Rosenblit; Mosaico - Escola Brasileira de Música; Camerata Gama Filho; Sempre Anacleto (Kuarup), Pixinguinha para Crianças; Pixinguinha 100 anos (CCBB); Orquestra Brasília (Kuarup); Orquestra Pixinguinha (Kuarup); Quinteto Pixinguinha (NovasDireções); Há Música no ar - Leandro Braga interpreta Dona Ivone Lara.
Sua flauta é ouvida, entre outras, em gravações para Caetano Veloso, Gal Costa, Chico Buarque, Baden Powell, Guinga, Edu Lobo, Milton Nascimento, Zeca Pagodinho, Zé Keti, Dudu Nobre, Martinho da Vila, Beto Guedes, Cássia Eller, Olívia Byington, Wagner Tiso, Olívia Hime, Luis Bonfá, Beth Carvalho, D. Ivone Lara e Rosa Passos.
Gravou também em trilhas para o cinema brasileiro: Tieta do Agreste, O Quatrilho, Pequeno Dicionário Amoroso, Quem Matou Pixote?, For All, Orfeu, A Hora Marcada e Jacobina, assim como as trilhas de Cambaio e O Grande Circo Místico.
É professora dos Seminários de Música Pro-Arte e do Projeto Villa-Lobinhos (Instituto Moreira Salles/Museu Villa-Lobos/Viva Rio) e coordenadora do Mosaico Núcleo de Câmara.