“...aproximou-se do fenomenal, na medida em que cada
nuance da dinâmica parecia precisamente regulada.”
(The Indianapolis Star)
“Um dos grandes conjuntos vocais do Brasil,...”
(Jornal do Brasil)
“... atingiram tal nível de excelência que levam o
ouvinte a reclamar outras gravações do gênero.”
(Jornal do Brasil)
“... uma versão competente.”
(O Globo)
 
Coro de Câmera Pro Arte
Carlos Alberto Figueiredo, regente

O Coro de Câmera Pro-Arte, fundado em 1976, vem se dedicando a um repertório que abrange do Gregoriano ao período contemporâneo, com especial ênfase na Música Colonial Brasileira. Sua Discografia inclui a gravação de um LP, em 1989, com a Cantata BWV 106, de J.S.Bach; um CD, lançado em 1994, dedicado à obra de José Maurício Nunes Garcia.; o CD O Peregrino de Assis, lançado pela COMEP em 1997; em 1998, o CD Missa São Pedro de Alcântara, também com obras de José Maurício. A gravação ao vivo de Heptaparaparshinokh resultou em faixa de um CD, produzido pelo próprio compositor, Roberto Victorio, em 1995. O conjunto realizou concertos no Brasil e no exterior e é dirigido, desde sua fundação, por Carlos Alberto Figueiredo e tem como preparadora vocal Veruschka Mainhard.

www.myspace.com/coroproarte

Carlos Alberto estudou Regência Coral com Frans Moonen, no Conservatório Real de Haia, Holanda. Fez cursos complementares com Jan Elkema e Rainer Wakelkamp na Fundação Kurt Thomas da Holanda. Estudou com Helmuth Rilling na II Bachakademie de Stuttgart e repertório barroco com Philippe Caillard.
É regente do Coro de Câmera Pro-Arte, com o qual tem quatro CDs gravados, com destaque para as obras de José Maurício Nunes Garcia.
É professor de Regência Coral e Análise Musical da Universidade do Rio de Janeiro e nos Seminários de Música Pro-Arte. Cursou o Mestrado e Doutorado em Musicologia Histórica Brasileira na UNI-RIO, com pesquisa voltada para a Edição de obras de José Maurício Nunes Garcia. É Diretor-Artístico da Associação de Canto Coral do Rio de Janeiro.

 
 
Orquestra de Sopros da Pro Arte
A Orquestra de Sopros da Pro Arte é um grupo voltado para a pesquisa, aprendizado, prática e difusão da música popular brasileira, integrado por 39 adolescentes e jovens, que tocam flauta doce, flauta transversa, clarinete, saxofone e trombone, cantam e dançam, ao som de percussão, baixo, piano, violão. Oriundos de bairros de classe média da cidade do Rio de Janeiro e de comunidades menos favorecidas economicamente, os componentes do Grupo, através da atividade musical, também se dedicam a criar uma estrutura que tem por objetivo integrar socialmente adolescentes e jovens procedentes de diferentes realidades socioeconômicas.
Trajetória da Grupo
Em 1987 a flautista e professora Tina Pereira começou a praticar, na flauta doce, o repertório de música do folclore infantil brasileiro, a que se seguiu a utilização de peças do folclore nordestino das bandas de pife.
Decorridos dois anos, a escolha de novo repertório recaiu sobre nomes relevantes da história da música popular brasileira. Nesse momento, a atividade artístico-pedagógica de Tina Pereira passou a contar com o curso da classe de flauta doce ministrado por Cláudia Ernest Dias.
Deste modo, nasceu o grupo Orquestra de Sopros da Pro Arte e desde então se passaram 17 anos. Às flautas doces originais - sopranino, soprano, contralto, tenor, baixo - vieram somar-se as flautas transversas, os clarinetes, os saxofones, o trombone, as várias formas de percussão, o cavaquinho, o contrabaixo, o violão e o piano. Estruturou-se assim um conjunto musical múltiplo, rico e harmonioso, que incorporou o trabalho de conceituados músicos na preparação de arranjos das obras de compositores de renome na história da música popular brasileira.
Agora, a cada ano, é escolhida para estudo, prática e apresentação, a obra de um nome consagrado da música popular, já tendo sido contemplados os compositores Dorival Caymmi, Lamartine Babo, Braguinha, Noel Rosa, Ari Barroso, Pixinguinha, Tom Jobim, Chico Buarque, Edu Lobo, Hermeto Pascoal e Baden Powelll. Além dos arranjadores, a Direção dos Orquestra de Sopros da Pro Arte trouxe para seu projeto didático-pedagógico-artístico-profissionalizante a colaboração de profissionais de campos específicos como percepção musical, canto, prática de instrumentos, coreografia, atividade circense, figurino, ampliando, deste modo, consideravelmente, a área de atuação das crianças, adolescentes e jovens que constituem o grupo.
 
Flautistas da Pro Arte
 

PATROCÍNIO PETROBRÁS

Desde 1995 a Petrobrás patrocina a Orquestra de Sopros da Pro Arte e agora também a Flautistas da Pro Arte .
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O apoio da Petrobrás foi e é decisivo para a atuação dos grupos, na medida em que propicia os meios materiais necessários à atividade dos dois grupos, hoje múltipla e de qualidade reconhecida.

A participação da Petrobrás é igualmente de fundamental importância para o acesso de crianças, adolescentes e jovens aos trabalhos dos grupos e para a formação de novos profissionais na área de música, que a cada ano são inseridos no mercado de trabalho.

 
 
Flautistas da Pro Arte  
Flautistas da Pro Arte
Em fins de 2003, os Flautistas da Pro Arte já contavam com cerca de 70 integrantes, o que levou suas diretoras a tomar a decisão de dividir o grupo, que passaram a se chamar Orquestra de Sopros da Pro Arte e Flautistas da Pro Arte.
Os Flautistas da Pro Arte, que são dirigidos por Cláudia Ernest Dias, contam com 24 integrantes, formando uma pequena orquestra e coro.
A orquestra é constituída de 12 adolescentes e jovens iniciantes na arte musical, predominantemente na flauta doce, com alguns já iniciados em flauta transversa, clarinete e saxofone; já o coro é integrado pelos 12 membros, com crianças até doze anos, que tocam, cantam, dançam; todos eles oriundos de diversos bairros do Rio de Janeiro e de variadas classes sócio-econômicas, o que propicia uma interação recomendável em trabalhos dessa natureza.
 
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